Entrevistando crianças vítimas de violência

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Vivemos tempos difíceis, de intensos desafios ante tristes e ignóbeis realidades. A violência contra crianças é uma delas. Não bastasse a cronificação da pobreza e as perdas de direitos já em marcha, criando desigualdades cada vez mais cruéis, convive-se nas comunidades, nas escolas, nas instituições, e sobremaneira, nas famílias, com situações desumanas; que, contrariando os direitos das crianças, atentam contra sua saúde, integridade moral e física e, não raro, contra sua vida. Tratam-se dos maus tratos e abusos sexuais, que golpeiam a alegria infantil, colocando-as em tenra infância nas estatísticas institucionais e na agenda de programas sociais de proteção e atendimento. O trauma, o medo, a dor, a vergonha e a tristeza tomam conta da criança e essas “marcas” refletem-se em reações físicas, comportamentais e emocionais diversas. Requisitam uma escuta qualificada, realizada numa entrevista, que não pode de modo algum reproduzir o padrão. Afinal, são crianças. E com traumas. Precisamos compor uma entrevista que seja ao mesmo tempo compreensiva e, se possível, reabilitadora, nutrindo o “sujeito infantil” de confianças, atenções, cuidados, respeito e proteções. A presente obra propõe-se a apresentar orientações nessa direção. Parte-se da atuação de mais de 20 anos como assistente social e pesquisadora, tendo atendido centenas de crianças vítimas de violência e sendo a pesquisa doutoral – ora livro, publicado em dois países – dedicada a esse tema. Espera-se que possa contribuir e superar a lacuna de conhecimento existente e promover a realização de entrevistas que acolham, sem preconceito ou qualquer juízo de valor; potenciando o profissional para qualificadamente ouvir, acolher e apoiar estas crianças, sem o risco de revitimização.

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Descrição

Vivemos tempos difíceis, de intensos desafios ante tristes e ignóbeis realidades. A violência contra crianças é uma delas. Não bastasse a cronificação da pobreza e as perdas de direitos já em marcha, criando desigualdades cada vez mais cruéis, convive-se nas comunidades, nas escolas, nas instituições, e sobremaneira, nas famílias, com situações desumanas; que, contrariando os direitos das crianças, atentam contra sua saúde, integridade moral e física e, não raro, contra sua vida. Tratam-se dos maus tratos e abusos sexuais, que golpeiam a alegria infantil, colocando-as em tenra infância nas estatísticas institucionais e na agenda de programas sociais de proteção e atendimento. O trauma, o medo, a dor, a vergonha e a tristeza tomam conta da criança e essas “marcas” refletem-se em reações físicas, comportamentais e emocionais diversas. Requisitam uma escuta qualificada, realizada numa entrevista, que não pode de modo algum reproduzir o padrão. Afinal, são crianças. E com traumas. Precisamos compor uma entrevista que seja ao mesmo tempo compreensiva e, se possível, reabilitadora, nutrindo o “sujeito infantil” de confianças, atenções, cuidados, respeito e proteções. A presente obra propõe-se a apresentar orientações nessa direção. Parte-se da atuação de mais de 20 anos como assistente social e pesquisadora, tendo atendido centenas de crianças vítimas de violência e sendo a pesquisa doutoral – ora livro, publicado em dois países – dedicada a esse tema. Espera-se que possa contribuir e superar a lacuna de conhecimento existente e promover a realização de entrevistas que acolham, sem preconceito ou qualquer juízo de valor; potenciando o profissional para qualificadamente ouvir, acolher e apoiar estas crianças, sem o risco de revitimização.

Informação adicional

Ano

Autor

Edição

1ª Edição

Editora

Nova Práxis Editorial

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