Das Geografias da Desordem ao Perspectivismo Geográfico: Fundamentos para o Pensar Político-epistemológico
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Não é sempre que temos a chance de reunir frutos tão saborosamente inquietos e ousados como a presente obra. O livro de SANDOVAL AMPARO tem esse conteúdo que desfaz, remarca, desmitifica, reposiciona e retira da invisibilidade sujeitos, temas, questões e olhares historicamente tratados como subterrâneos. E o faz caminhando entre a geografia e a epistemologia, entre realidade empírica e teoria, tendo como centro a crítica e os fundamentos para um pensar político. Nesse trajeto, o autor traça uma “geo-biografia” pessoal e intimista, enfatizando o quanto a Geografia brasileira e sua inserção no “sistema-mundo moderno-colonial”, por meio de escalas, divisão territorial do trabalho, migrações, periferias e ambientalismo, afetam diretamente sua relação com a Geografia, em meio à diversidade territorial brasileira, um dos países mais diversos do planeta. Neste primeiro momento, a agenda teórica – crise ambiental, o regime oligárquico brasileiro, subordinação do campo à cidade, essencialismo ecológico, periferização, hibridismo, violência urbana e rural, o racismo estrutural, misoginia etc. – vai emergindo aos poucos, a partir da realidade concreta, para só posteriormente se apresentar como passível de observação e análise metodológica. Na segunda parte, o autor vai em busca do perspectivismo geográfico, em vias de uma ruptura com os conservadorismos e todos os “ismos” que amotinam os países periféricos, numa construção/movimento decolonial latinoamericano, em busca de uma interpretação adequada dos outros mundos indígenas e contra-espaços coloniais. As ideias se vinculam a um vasto leque de autores estruturantes, como os geógrafos Milton Santos, Claude Raffestin, Rogério Haesbaert, Ruy Moreira, Doreen Massey, na Geografia; os antropólogos Eduardo Viveiros de Castro, Antônio Carlos de Souza Lima, Roberto Cardozo de Oliveira e Terence Turner e até mesmo físicos, como Ilya Prigogine e filósofos, como Michel Foucault, Lefebvre e a dupla Gilles Deleuze e Félix Guattari. O autor caminha também com autoras filiadas ao movimento feminista, como Rita Segatto e Vanessa Lea, bem como com militantes no movimento antirracista, como Angela Davis e bell hooks. Prepare-se para sair de sua zona de conforto e abrir os olhos para ver além da matrix!
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Não é sempre que temos a chance de reunir frutos tão saborosamente inquietos e ousados como a presente obra. O livro de SANDOVAL AMPARO tem esse conteúdo que desfaz, remarca, desmitifica, reposiciona e retira da invisibilidade sujeitos, temas, questões e olhares historicamente tratados como subterrâneos. E o faz caminhando entre a geografia e a epistemologia, entre realidade empírica e teoria, tendo como centro a crítica e os fundamentos para um pensar político. Nesse trajeto, o autor traça uma “geo-biografia” pessoal e intimista, enfatizando o quanto a Geografia brasileira e sua inserção no “sistema-mundo moderno-colonial”, por meio de escalas, divisão territorial do trabalho, migrações, periferias e ambientalismo, afetam diretamente sua relação com a Geografia, em meio à diversidade territorial brasileira, um dos países mais diversos do planeta. Neste primeiro momento, a agenda teórica – crise ambiental, o regime oligárquico brasileiro, subordinação do campo à cidade, essencialismo ecológico, periferização, hibridismo, violência urbana e rural, o racismo estrutural, misoginia etc. – vai emergindo aos poucos, a partir da realidade concreta, para só posteriormente se apresentar como passível de observação e análise metodológica. Na segunda parte, o autor vai em busca do perspectivismo geográfico, em vias de uma ruptura com os conservadorismos e todos os “ismos” que amotinam os países periféricos, numa construção/movimento decolonial latinoamericano, em busca de uma interpretação adequada dos outros mundos indígenas e contra-espaços coloniais. As ideias se vinculam a um vasto leque de autores estruturantes, como os geógrafos Milton Santos, Claude Raffestin, Rogério Haesbaert, Ruy Moreira, Doreen Massey, na Geografia; os antropólogos Eduardo Viveiros de Castro, Antônio Carlos de Souza Lima, Roberto Cardozo de Oliveira e Terence Turner e até mesmo físicos, como Ilya Prigogine e filósofos, como Michel Foucault, Lefebvre e a dupla Gilles Deleuze e Félix Guattari. O autor caminha também com autoras filiadas ao movimento feminista, como Rita Segatto e Vanessa Lea, bem como com militantes no movimento antirracista, como Angela Davis e bell hooks. Prepare-se para sair de sua zona de conforto e abrir os olhos para ver além da matrix!
| Ano |
2026 |
|---|---|
| Autor |
Sandoval Amparo |
| Edição |
1° Edição |
| ISBN |
9786586102963 |
| Formato |
Impresso |
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